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Category: Estudos

Tratamento Oncológico na Rede Privada de Saúde do Brasil

No Brasil, enquanto no Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente com câncer enfrenta uma longa espera por consultas de diagnóstico, exames e tratamento da doença, na rede privada, os desafios são outros e, diferente do que muita gente pensa, a jornada desse paciente não é isenta de dificuldades. Na rede privada, muitas vezes, é preciso lidar também com a demora de consultas com determinados especialistas, espera pela autorização dos convênios para a realização de exames e para o próprio tratamento, falta de cobertura para alguns quimioterápicos orais, entre outros.

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O que sabemos sobre câncer de pele?

Há dois principais tipos de câncer de pele, os não-melanoma, geralmente das células basais ou das escamosas, e o melanoma, originário de células produtoras de melanina. Os tipos mais comuns do câncer de pele não melanoma são o basocelular (carcinoma de células basais) e o espinocelular (carcinoma de células escamosas). Já o câncer de pele melanoma têm origem exclusiva nos melanócitos e se descoberto em seus estágios iniciais, é quase sempre curável (1).

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A Saúde do Homem muito além da cor azul

A forma como o sistema de saúde no Brasil vem se organizando revela que a maior parte do atendimento de atenção básica privilegia grupos populacionais considerados mais vulneráveis, por meio de ações programáticas voltadas para a saúde da mulher, da criança e do idoso, pouco favorecendo a atenção à saúde do homem. Porém, este cenário vem mudando a partir de 2008, quando foi criado no Brasil o Novembro Azul, uma campanha realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata, tipo de tumor mais frequente no sexo masculino no Brasil. Porém, a saúde do homem vai muito além do que o câncer de próstata e iremos apresentar aqui outros tipos de câncer muito incidentes nesse gênero.

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A carga do câncer infantojuvenil e o tratamento no SUS

O câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. No Brasil, os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático) (1). Neste estudo apresentaremos informações do Atlas do Câncer (2).

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Infraestrutura para a mamografia no Brasil – Outubro Rosa

O câncer de Mama é tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Para o biênio 2016-2017 foram estimados 57.960 novos casos no Brasil (1). Segundo a Sociedade Americana de Câncer, o prognóstico para mulheres com câncer de mama varia de acordo com o estágio da doença. Em geral, as taxas de sobrevida são maiores para as mulheres com câncer de estágio inicial (2). Quanto mais precoce o estadiamento, maiores são as chances de cura e, em geral, mais brandos os tratamentos (3). Na população mundial, 61% das pacientes sobrevivem após cinco anos do diagnóstico (2).

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15 anos de Outubro Rosa no Brasil – O que mudou?

O já conhecido Outubro Rosa é um movimento internacional que nasceu na década de 1990 com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. Porém, no Brasil, a primeira iniciativa em relação ao movimento, aconteceu em 2002. De lá para cá, muita coisa mudou no cenário do câncer de mama no país e este estudo nos mostra, em números, o que aconteceu de mais significativo.

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Linfoma tem cura: informe-se!

O linfoma acontece quando certas células que moram no sistema linfático, e que deveriam nos proteger contra as bactérias, vírus, dentre outros perigos, se transformam em malignas, crescendo de forma descontrolada e ?contaminando? o sistema linfático.

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A Assistência em Oncologia no SUS: onde tratar?

“Este estudo tem por objetivo fazer uma atualização das habilitações em oncologia, tendo como referência um levantamento anterior sobre este tema, publicado nesta plataforma (disponível em: http://observatoriodeoncologia.com.br/a-assistencia-onco-hematologica-no-sus-cacon-unacon/). Porém, este atual levantamento não se refere aos procedimentos de quimioterapia e radioterapia e, sim, contempla os leitos existentes para cirurgias e atendimentos ambulatoriais, divididos em oncologia geral, pediatria e onco-hematologia.
Em 2017, embora existam 396 habilitações ativas*, o Brasil conta com apenas 296 serviços de saúde habilitados**  para o tratamento oncológico. Diversos hospitais possuem mais de uma habilitação ativa, como por exemplo o Centro Infantil Boldrini, em Campinas – habilitado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) com serviço de radioterapia e UNACON exclusiva de oncologia pediátrica.

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60 dias para o câncer e o direito do paciente

O tempo é fator determinante para que o tratamento oncológico seja efetivo- ou não. O diagnóstico precoce é a primeira etapa para que os bons resultados sejam alcançados, e com esta resposta em mãos espera-se que o tratamento seja iniciado em 60 dias, evitando que a doença avance. Em vigor desde 2012, a Lei nº 12.732 (1) do Ministério da Saúde estabelece que o primeiro tratamento oncológico no SUS deve se iniciar no prazo máximo de 60 dias a partir da assinatura do laudo patológico ou em prazo menor, conforme necessidade terapêutica do caso registrada no prontuário do paciente.

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A Obesidade e os Riscos de Desenvolver Câncer

Nos últimos anos, os hábitos dos brasileiros têm impactado cada vez mais no crescimento da obesidade e, consequentemente, no aumento de doenças crônicas não transmissíveis como diabetes, hipertensão e, até mesmo, o câncer. Segundo dados do VIGITEL 2016, que entrevistou 53.210 pessoas com mais de 18 anos, entre fevereiro e março, mais da metade da população está com o peso acima do recomendado e 18,9% dos brasileiros estão obesos.

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