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Category: Estudos

Mamógrafos para rastreamento do câncer de mama no Brasil

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres, depois das neoplasias de pele não melanoma, respondendo por cerca de 29,5% dos novos casos de câncer em mulheres a cada ano no Brasil. É também a maior causa de morte por câncer na população feminina, com uma taxa bruta de mortalidade de 15,6 e a taxa padronizada de 14,7 para cada 100.000 mulheres (1,2).

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Tratamento quimioterápico da Leucemia Linfoide Aguda em Crianças e Adolescentes no SUS

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimou que para cada ano do biênio 2018/2019, sejam diagnosticados 5.940 casos novos de leucemia em homens e 4.860 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 6 casos novos a cada 100 mil homens e 5 casos novos para cada 100 mil mulheres (1). Segundo a Sociedade Americana de Câncer, o risco de desenvolver leucemia linfoide aguda é maior em crianças de até 5 anos. Após essa idade, o risco declina lentamente até a faixa dos 20 anos, começando a aumentar lentamente após os 50 anos (2).

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Infecções virais (HIV, HBV e HCV) transmitidas por hemocomponentes no Brasil

A obrigatoriedade do teste de ácido nucleico (NAT) no Brasil, que verifica a presença de vírus no sangue a ser transfundido, passou a vigorar em 2013 (1,2). O Teste NAT consegue encurtar o prazo de detecção do vírus – a chamada janela imunológica – nas bolsas de sangue doadas, pois identifica o material genético do vírus e não os anticorpos.

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Transfusões ambulatoriais de sangue e hemocomponente no SUS

A transfusão de sangue é um procedimento médico que consiste na transferência do sangue total ou de parte de seus componentes (hemocomponentes) de um doador para um receptor. Pacientes com câncer como Linfoma, Mieloma Múltiplo e Leucemia, por exemplo,  perdem, temporariamente, a capacidade de produzir as células do sangue, devido aos tratamentos, ou, pela própria doença e é muito comum precisarem de uma transfusão por conta disso.

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Câncer como a primeira causa de morte nos municípios brasileiros

Segundo a Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC/OMS), organização que calcula a incidência e mortalidade por câncer no mundo, estima-se que a doença tenha sido a responsável por 8,2 milhões de mortes por câncer em 2012. No Brasil, as neoplasias malignas passaram a ser uma das principais causas de morte na população nos últimos anos (1). Se nada for feito, em 2029 o câncer se tornará a primeira causa de morte no país (2). Em relação aos casos novos no Brasil (5) estima-se +/- 600 mil novos casos de câncer ao ano, para o biênio 2018-2019, 68% estarão nas Regiões Sul e Sudeste. No Sudeste, encontra-se quase a metade dessa incidência (47%). Existe grande variação na magnitude e nos tipos de câncer entre as diferentes Regiões do Brasil (8).

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O Atual Cenário da Mortalidade do Mieloma Múltiplo no Brasil

Entende-se por mortalidade a relação entre o número de óbitos de uma população em um determinado espaço de tempo. Neste estudo, analisamos os números da mortalidade do Mieloma Múltiplo, tipo de câncer do sangue e que acomete, principalmente, pessoas a partir dos 70 anos de idade, porém, é cada vez mais comum vermos pacientes diagnosticados abaixo dessa faixa etária. (Saiba mais em: https://observatoriodeoncologia.com.br/os-desafios-do-mieloma-multiplo-no-brasil/)

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Gastos Federais em Oncologia

Medidas para prevenir e controlar o câncer na população existem em todas as fases da doença, desde a prevenção de fatores de risco até a detecção precoce, o tratamento e os cuidados paliativos. Devido ao custo cada vez maior do tratamento de doenças, juntamente com o difícil ambiente econômico, o interesse na promoção da saúde está aumentando em todo o mundo (1).

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Tratamento Oncológico na Rede Privada de Saúde do Brasil

No Brasil, enquanto no Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente com câncer enfrenta uma longa espera por consultas de diagnóstico, exames e tratamento da doença, na rede privada, os desafios são outros e, diferente do que muita gente pensa, a jornada desse paciente não é isenta de dificuldades. Na rede privada, muitas vezes, é preciso lidar também com a demora de consultas com determinados especialistas, espera pela autorização dos convênios para a realização de exames e para o próprio tratamento, falta de cobertura para alguns quimioterápicos orais, entre outros.

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O que sabemos sobre câncer de pele?

Há dois principais tipos de câncer de pele, os não-melanoma, geralmente das células basais ou das escamosas, e o melanoma, originário de células produtoras de melanina. Os tipos mais comuns do câncer de pele não melanoma são o basocelular (carcinoma de células basais) e o espinocelular (carcinoma de células escamosas). Já o câncer de pele melanoma têm origem exclusiva nos melanócitos e se descoberto em seus estágios iniciais, é quase sempre curável (1).

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A Saúde do Homem muito além da cor azul

A forma como o sistema de saúde no Brasil vem se organizando revela que a maior parte do atendimento de atenção básica privilegia grupos populacionais considerados mais vulneráveis, por meio de ações programáticas voltadas para a saúde da mulher, da criança e do idoso, pouco favorecendo a atenção à saúde do homem. Porém, este cenário vem mudando a partir de 2008, quando foi criado no Brasil o Novembro Azul, uma campanha realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata, tipo de tumor mais frequente no sexo masculino no Brasil. Porém, a saúde do homem vai muito além do que o câncer de próstata e iremos apresentar aqui outros tipos de câncer muito incidentes nesse gênero.

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